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Iça o Dois!                                          ano 8                                 33     

Editorial out/ nov/dez 2009

Com esta edição chegaremos ao final do ano de 2009. No decorrer deste ano abordamos vários assuntos que deveriam interessar a comunidade de submarinistas (operadores) e de provedores de submarinos e todos os "stakeholders".

Não sabemos ao certo o impacto que tais artigos possam ter causado nessas comunidades, mas esperamos que sirvam de alerta para os problemas que decorrerão dos acordos tratados com a França, para o fornecimento de submarinos ao Brasil. Lá se vai um ano de acordo, e conhecer os avanços nessa área não é tarefa fácil, pois são poucos os veículos de dissemininação do que vem ocorrendo.

Uma notícia interessante, e que quebra essa tendência, é a palestra que o COORDENADOR-GERAL DO PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DE SUBMARINO COM PROPULSÃO NUCLEAR irá proferir no próximo dia 24 de novembro, para o pessoal da Reserva e Reformados, promovida pela Diretoria de Assistência Social da Marinha. Gostariamos de comparecer, mas compromissos de turma, coincidentes, e já agendados, não nos permitirão fazê-lo.

Uma coisa é certa. Se o Programa acima mencionado não cogitar de CONTRATAR PARA A LOGÍSTICA,  os problemas que hoje acontecem com a Manutenção dos nossos submarinos continuarão a ocorrer, claro está, em nível e proporções bem mais graves.

Dando prosseguimento aos nossos trabalhos, foi publicada, no corrente ano, sob os auspícios da Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha, a tradução da obra PURE LOGISTICS, de autoria do Cel Thorpe, leitura produzida em 1917. Suas considerações sobre a Logística são válidas até hoje.

Tal atitude, partindo da iniciativa do seu Diretor, e executada pela Revista Marítima Brasileira,  na figura do seu diligente encarregado, Comte Correa, demonstra nossa tese de que quando a elevada cultura geral, característica do Almirante (EN) Bittencourt, ,  se alia à sensibibilidade técnica, há uma tendência a eliminar um problema que julgamos crônico na Marinha, conhecido como a "Desconexão".

Esse problema, que mostra um desvinculamento entre aspectos gerenciais e aspectos técnicos, muito comum nas entidades que tratam com a Tecnologia da Informação,  em que os conhecimentos e objetivos gerenciais não "sintonizam" perfeitamente com técnicos de TI, tem semelhante na Marinha. A MB é essencialmente operativa (dando a maior atenção à aplicação do Poder Naval) mas relega, a um segundo plano, a Logística (em outras palavras, relega a capacitação para o preparo do Poder Naval).

Nesse número abordamos, ainda, um assunto que, se desenvolvido e aplicado, pode vir a acarretar economia para diversas OM de Marinha, que necessitam de editoração. Trata-se dos Sistemas LATEX.

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ESTAMOS EM

 http://www.submarinosdobr.com.br/

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A equipe do O Iça o Dois! deseja a todos os nossos leitores um Próspero Ano Novo!

 

 



SUMÁRIO

CONTRATANDO A LOGÍSTICA

SISTEMAS LATEX

 


Já há uma terceira edição da excelente obra do James V. Jones - INTEGRATED LOGISTICS SUPPORT HANDBOOK.

Traduzimos, juntamente com o Comte VILAIN, que na ocasião trabalhava na DGMM, a segunda edição, que vem sendo usada (assim esperamos), pela Diretoria Geral do Material.

Essa terceira edição certamente acrescentará o que de mais novo há no estado do conhecimento sobre ALI, sendo pois, recomendada sua obtenção com intensão, e disseminação entre os oficiais do seu conteúdo, nos diferentes cursos que porventura abordarem a Logística.

Creio ser esclarecedor um dos vários comentários anônimos de quem utiliza a obra.:

"My motivation for buying this book came from my extensive experience with material maintenance management during my 22 year career in the navy, and subsequent experience with integrated logistics in Department of Defense contracting. I used the first edition of this book as a reference when I was on a proposal team for a DoD contract, and found it to be one of the best references available because it distilled tens of thousands of pages of directives, instructions and related material into less than 500 pages. It covered the topic in sufficient detail as to serve as an authoritative reference as well as to get other members of the team up-to-speed in ILS.

During subsequent consulting engagements for commercial clients I used many of the concepts and methods detailed in this book to outline requirements for automated materials and maintenance management systems. In particular, any commercial business domain, such as refinery maintenance or maintenance data collection and analysis are candidates for applying parts of ILS to commercial uses. This book then becomes more valuable to a wider audience than DoD contractors.

A second use for the concepts is the structured and proven approach to an encompassing systems maintenance management initiative within IT. For example, the use of logistics support analysis is a sound approach to planning enterprise-wide maintenance from a cost management perspective. Moreover, using a modified (and shortened) form of logistics support analysis records is a good foundation for enterprise asset management, as well as developing a reliability baseline.

While this book has obvious value to readers from the DoD contracting community, it also contains information that can be tailored to commercial uses. "