IÇA O DOIS!

Até que enfim... Um bom começo!

Artigo 44_1                                                                      ano 2012                                                                               VAlte (Ref) Ruy Capetti   

Esforço da UFF par iniciar um programa de disseminação de conhecimento tecnicos científicos de que tanto carecem as Forças Armadas brasileiras.

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE (UFF)

ESCOLA DE ENGENHARIA

Departamento de Engenharia de Produção

Coordenação

Prof. Eduardo Siqueira Brick

(Depto. Engenharia de Produção) 

Membros

(Ordem alfabética)

 

Eduardo Rodrigues Gomes (Depto. Ciência Política)

Emmanuel Paiva de Andrade (Depto. Eng. Produção)

Eric Serge Sanches (Depto. Eng. Elétrica)

Esteban Walter Gonzalez Clua (Instituto de Computação)

Fábio Stallivieri (Faculdade de Economia)

Gilson Brito Alves Lima (Depto. Eng. Produção)

Helder Gomes Costa (Depto. Eng. Produção)

Jorge Nogueira de P. Britto (Faculdade de Economia)

José Manoel Carvalho de Mello (Programa de Pós-graduação em. Eng. Produção)

José Rodrigues Farias Filho (Chefe do Depto. Eng. Produção)

Marco Antônio Vargas (Faculdade de Economia)

Ruben H. Gutierrez (Depto. Eng. Produção)


Núcleo de Estudos de Defesa, Inovação, Capacitação e Competitividade Industrial.

(UFFDEFESA)

“Estratégia nacional de defesa é inseparável de estratégia nacional de desenvolvimento. Esta motiva aquela. Aquela fornece escudo para esta. Cada uma reforça as razões da outra. Em ambas, se desperta para a nacionalidade e constrói-se a Nação. Defendido, o Brasil terá como dizer não, quando tiver que dizer não. Terá capacidade para construir seu próprio modelo de desenvolvimento.”

(BRASIL, Estratégia Nacional de Defesa, 2008)

Propósito

O Núcleo de Estudos de Defesa, Inovação, Capacitação e Competitividade Industrial (UFFDEFESA), vinculado ao Departamento de Engenharia de Produção da Escola de Engenharia da Universidade Federal Fluminense (UFF), tem por finalidade executar atividades de ensino, extensão e estudos e pesquisas voltadas aos temas Defesa, Logística de Defesa, Ciência, Tecnologia e Inovação, Capacitação e Competitividade Industrial, com enfoques de gestão, políticas e estratégias, desenvolvendo experimentos de articulação entre Universidade, Empresa e Governo, onde tais questões são explicitadas.

Objetivos do UFFDEFESA

O Núcleo de Estudos de Defesa, Inovação, Capacitação e Competitividade Industrial (UFFDEFESA) tem como objetivos:

•  Desenvolver estudos e pesquisas sobre temas inerentes à Defesa, Logística de Defesa, Ciência, Tecnologia e Inovação, Capacitação e Competitividade e Industrial e á integração desses temas.

•  Promover cursos para formar recursos humanos qualificados para o trato profissional dos assuntos pertinentes à Logística de Defesa, Ciência, Tecnologia e Inovação, Capacitação e Competitividade e Industrial e ao aparelhamento de meios de defesa em todos os níveis do ensino superior.

•  Criar e ministrar, nos cursos de graduação e programas de pós-graduação stricto sensu da UFF, disciplinas que tratem de temas relacionados à Defesa, Logística de Defesa, Ciência, Tecnologia e Inovação, Capacitação e Competitividade e Industrial.

•  Promover eventos acadêmicos (Encontros, Painéis, Seminários, etc.) tratando de temas de interesse do UFFDEFESA;

•  Promover a interlocução da UFF com pessoas interessadas em temas relacionados à Defesa, Logística de Defesa, Ciência, Tecnologia e Inovação, Capacitação e Competitividade e Industrial e com as Associações e Federações de Indústrias e Institutos de Ciência e Tecnologia (ICT) que fazem parte da BLD, os ministérios da Defesa (MD), Desenvolvimento Industrial e Comércio Exterior (MDIC) e Ciência Tecnologia e Inovação (MCTI), os órgãos públicos de financiamento da inovação, capacitação industrial e exportação para defesa (FINEP e BNDES), as Forças Armadas e outras IES.

•  Acompanhar a produção acadêmica nacional e estrangeira sobre todos os aspectos da Defesa, Logística de Defesa, Ciência, Tecnologia e Inovação, Capacitação e Competitividade e Industrial, estimulando múltiplos intercâmbios.

•  Ampliar a oferta de conhecimento especializado por meio da publicação de livros e artigos, da edição de revistas acadêmicas de circulação internacional e da promoção de eventos científicos regionais, nacionais e internacionais.

•  Contribuir para a formulação de estratégias e políticas públicas relacionadas a competitividade industrial e ciência, tecnologia e inovação e sua relação com o aparelhamento de meios de defesa, capacitação industrial para defesa, ciência, tecnologia e inovação, financiamento, inteligência tecnológica, mobilização e arcabouço regulatório para defesa, apoio logístico e exportação de produtos de defesa, oferecendo estudos fundamentados a setores governamentais, industriais, parlamentares e Forças Armadas.

•  Difundir para a sociedade informações sobre a importância da Defesa e da dependência mútua que existe entre Logística de Defesa, Ciência, Tecnologia e Inovação, Capacitação e Competitividade e Industrial, usando meios de comunicação de massa.

•  Estimular a participação do corpo docente dos vários Departamentos de Ensino da UFF, na promoção de atividades coerentes com a proposta básica do Núcleo.

•  Buscar apoio financeiro para suas atividades.

Temas de Interesse do UFFDEFESA

O Núcleo de Estudos de Defesa, Inovação, Capacitação e Competitividade Industrial (UFFDEFESA) abordará, entre outros, os seguintes temas:

•  Indústria de Defesa

•  CT&I para Defesa: Política e Gestão

•  Orçamento e Financiamento para Defesa

•  Cerceamento Tecnológico

•  Engenharia para Defesa

•  Aparelhamento de Sistemas de Defesa.

•  Processos de Engenharia de Sistemas para Defesa

•  Integração da Cadeia Produtiva de Sistemas de Defesa

•  Aquisição de Sistemas de Defesa

•  Economia de Defesa

•  Poder Político e Base Logística de Defesa

•  Inteligência Tecnológica para Defesa

•  Exportação de Produtos de Defesa

•  Arrasto Tecnológico Gerado por Inovação em Defesa

•  Mobilização para Defesa

•  Plano de Articulação e Equipamentos para as Forças Armadas

•  Políticas Públicas para a Base Logística de Defesa

•  Programas Mobilizadores para Defesa

•  Logística de Manutenção para Defesa

•  Integração Indústria, Institutos Tecnológicos e Universidades

•  Formação de Recursos Humanos para Defesa.

•  Integração de Políticas de Defesa, Industrial e de CT&I

•  Capacitação Industrial em Produtos de Alto Valor Agregado Propiciada por Desenvolvimento e Produção de Produtos de Defesa de Alta Tecnologia.

Estrutura

O Núcleo de Estudos de Defesa, Inovação, Capacitação e Competitividade Industrial (UFFDEFESA) tem uma estrutura simples e desburocratizada, totalmente voltada para suas atividades-fim. Laboratórios Temáticos se incumbirão dos estudos e pesquisas especializadas, voltadas para o conhecimento de ponta. Esses Laboratórios serão criados por associados do UFFDEFESA e terão estrutura com características ad hoc (existirão apenas enquanto desenvolverem atividades efetivas de pesquisa). Serão criados tantos laboratórios quantos forem os temas de interesse dos associados, condicionados à efetiva possibilidade, em termos de quantidade e competências. O Laboratório de Logística de Defesa (LOGISDEF) , já existente, constitui exceção e terá natureza permanente. O LOGISDEF abrigará todos os associados do UFFDEFESA que se filiarem voluntariamente e/ou que não estiverem vinculados a outros Laboratórios Temáticos que, eventualmente, sejam criados.

Contexto e Justificativa

A Defesa Nacional apoia-se em dois instrumentos fundamentais: as Forças Armadas (FFAA) e o complexo industrial, científico e tecnológico capaz de suprir as FFAA com os meios de que necessitam para cumprir sua missão constitucional. O Brasil dispõe de FFAA desde a sua fundação. Entretanto, sua base industrial não tem sido capaz de suprir essas FFAA com suas necessidades mais básicas.

A Estratégia Nacional de Defesa (END) definiu três eixos estruturantes, sendo que um deles é a “reestruturação da indústria brasileira de material de defesa”. Essa tem como propósito “assegurar que o atendimento das necessidades de equipamento das Forças Armadas apóie-se em tecnologias sob domínio nacional”. Adicionalmente, a END define que essa reestruturação deve “dar prioridade ao desenvolvimento de capacitações tecnológicas independentes” e, também, “capacitar a indústria nacional de material de defesa para que conquiste autonomia em tecnologias indispensáveis à defesa”.

Consta-se, pois, que a END estabeleceu metas muito ambiciosas e distantes da realidade brasileira atual para a indústria brasileira de defesa. Trata-se de um paradigma completamente novo para essa indústria, o qual representará um grande desafio que terá que ser vencido. De particular importância é o fato de a END ressaltar a necessidade de uma participação muito mais intensa da sociedade como um todo nos assuntos de defesa. Textualmente, está definido na END que: “Nada substitui o envolvimento do povo brasileiro no debate e na construção da sua própria defesa” (END, pg.1). Da mesma forma, a END aponta como uma das principais vulnerabilidades da atual estrutura de defesa do país, com sérias implicações na viabilidade de sua implementação: “ Pouco envolvimento da sociedade brasileira com os assuntos de defesa e escassez de especialistas civis nesses temas ”. (END, pg 32). “Insuficiência ou pouca atratividade e divulgação dos cursos para a capacitação de civis em assuntos de defesa: e inexistência de carreira civil na área de defesa , mesmo sendo uma função do estado”. (END, pg 33). A END identifica, entre as oportunidades a serem exploradas: “Maior engajamento da sociedade brasileira nos assuntos de defesa, assim como maior integração entre os diferentes setores dos três poderes do estado Brasileiro e desses setores com os institutos nacionais de estudos estratégicos, públicos ou privados.” (END pg 34). A END também reconhece a necessidade de melhor divulgar as necessidades de defesa do País: “Promover maior integração e participação dos setores civis e governamentais na discussão de temas ligados à defesa, assim como a participação efetiva da sociedade brasileira, por intermédio do meio acadêmico e de institutos e entidades ligados aos assuntos estratégicos de defesa ”. (END p 50.).

 

A END representa, portanto, uma mudança política significativa no que diz respeito à relação que deve existir entre a academia e a defesa nacional. Ela trata especificamente da indústria e de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) para defesa, mas é preciso ressaltar que ambas são partes integrantes e indissociáveis de um complexo científico-tecnológico-industrial bem mais amplo: a Base Logística de Defesa. Logística de Defesa se refere ao provimento de meios para compor as Forças Armadas e sustentar suas operações em quaisquer situações em que elas tenham que ser empregadas.

Base Logística de Defesa (BLD) é o agregado de capacitações, tecnológicas, materiais e humanas, necessárias para desenvolver e sustentar a expressão militar do poder, mas também profundamente envolvidas no desenvolvimento da capacidade e competitividade industrial do país como um todo. A BLD inclui todas as instituições do país envolvidas com atividades de aparelhamento de meios de defesa e mobilização de ativos e recursos, de qualquer natureza, disponíveis no país, para fins de defesa:

a) a infraestrutura industrial da defesa: empresas e organizações envolvidas no desenvolvimento e fabricação de produtos de defesa;

b) a infraestrutura científico-tecnológica da defesa: universidades, centros de pesquisa e empresas envolvidos na criação de conhecimentos científicos e tecnologias com aplicação em produtos de defesa;

c) a infraestrutura de inteligência da defesa: instituições e pessoas envolvidas na coleta e análise de informações existentes no exterior sobre conhecimentos científicos e inovações tecnológicas com aplicação no desenvolvimento de produtos de defesa e em prospecção tecnológica com impacto em defesa;

d) a infraestrutura de financiamento da defesa: instituições e recursos financeiros dedicados ao financiamento de pesquisa científica e tecnológica e ao desenvolvimento de produtos com aplicação em defesa e ao financiamento de vendas externas de produtos de defesa;

e) a infraestrutura voltada para o planejamento da mobilização e os recursos nacionais mobilizáveis para fins de defesa;

f) a infraestrutura de apoio logístico destinada a garantir o aprestamento dos meios de defesa durante todo o seu ciclo de vida útil;

g) a infraestrutura de comercialização de produtos de defesa, que tem como finalidade promover e apoiar as exportações desses produtos para finalidades econômicas e políticas.

h) o arcabouço regulatório e legal da BLD, que ordena a BLD e dá ao Estado a possibilidade de empreender ações para a sua sustentação e desenvolvimento.

A construção e sustentação de uma BLD adequada às necessidades de um país não é um assunto trivial. Ela depende de uma série de fatores econômicos, políticos, tecnológicos, legais, industriais, sociais e de relações internacionais. Também não é uma tarefa que possa ser executada de uma só vez, em curto espaço de tempo. Essa construção pode se estender por décadas e envolver mais de uma geração.

A Logística de Defesa tem uma grande relação com a Economia de Defesa e envolve pelo menos três ministérios: Defesa (MD), Desenvolvimento Industrial e Comércio Exterior (MDIC) e Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Portanto, qualquer abordagem para tratar a Logística de Defesa na UFF, tem que ser necessariamente interdisciplinar e estar aberta à participação de inúmeros atores intra e extra Universidade. Na realidade, essa interlocução externa é fundamental.

O desafio lançado pela END e a dimensão do problema de construção e sustentação de uma Base Logística de Defesa adequada às necessidades do Brasil justificam a criação, na Escola de Engenharia da UFF, de um Núcleo voltado para esse tema e que tenha as características de interdisciplinaridade, visão holística e estratégica e abertura para participação de docentes de todas as unidades da UFF e de pessoas e instituições externas.

Histórico e Acervo Intelectual Herdado

As atividades previstas para o UFFDEFESA já vinham sendo executadas pelo seu coordenador, no âmbito de outras unidades da UFF, mas cresceram em volume e complexidade e demandaram institucionalização mais específica, para permitir a agregação de outras pessoas interessadas nos mesmos temas e uma maior flexibilidade na interlocução com outras unidades da UFF e instituições externas. Essas atividades redundaram em um expressivo capital intelectual que será herdado pelo Núcleo, composto por trabalhos publicados, visibilidade na mídia, rede de relacionamentos com pessoas e instituições de importância para os temas abordados, ferramentas de tecnologia de informação (TI), tais como banco de dados, sistema de questionários para realização de pesquisa, e Portal especializado para divulgação e interação e, ainda, base de dados sobre Instituições da BLD e produtos de defesa, tanto os tangíveis, como plataformas militares, armas, radares, munições, quanto intangíveis, como serviços especializados tais como manutenção, teste e avaliação, entre outros. Como suporte acadêmico já existe um Grupo de Pesquisa CNPq “Logística Integrada e Sistemas“Ender 0

) que abriga pesquisadores e discentes de várias unidades da UFF e outras IES, que desenvolvem atividades do Núcleo de Logística Integrada e Sistemas (LOGIS) e do Núcleo de Estudos Estratégicos (NEST), voltadas para alguns dos objetivos propostos para o UFFDEFESA. Entretanto nenhum desses núcleos tem como seus objetivos principais os que estão sendo propostos para o UFFDEFESA. Em maio de 2007, por iniciativa do coordenador do núcleo, foi assinado Acordo de Cooperação N° 01/2007-CMM /70 entre a Diretoria Geral do Material da Marinha (DGMM) e a Universidade Federal Fluminense (UFF). O Acordo tem por objeto a cooperação técnica e científica para o desenvolvimento de pesquisas e estudos em Engenharia de Sistemas Técnicos, Logística e Manutenção, a fim de obter soluções que proporcionem maior eficiência no gerenciamento do ciclo de vida dos meios navais e aeronavais. O texto completo do acordo foi incluído em seu manual de utilização que pode ser encontrado em: Ender 1

Merecem destaques dois projetos sobre cerceamento tecnológico, desenvolvidos para o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), ligado ao MCTI, o projeto de Mapeamento da Base Industrial de Defesa, sendo desenvolvido para a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), ligada ao MDIC e trabalho sobre a indústria de defesa para a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Destaque também para projeto Sisdebras (LOGIS/NEST/PPGEST), aprovado no Edital Prodefesa II da CAPES com o MD, versando sobre a Base Industrial de Defesa. Nos últimos três anos o coordenador do UFFDEFESA também tem tido uma exposição razoável na mídia, apresentando uma visão da UFF sobre esses temas que têm recebido reconhecimento externo. Foram 4 colunas do jornalista Merval Pereira no jornal O Globo, entrevista em caderno especial da revista Conjuntura Econômica da FGV, entrevistas para caderno especial do Jornal Valor Econômico, artigo no Monitor Mercantil e entrevista à Folha de São Paulo sobre a Indústria de Defesa. O coordenador também é membro de Grupo de Trabalho do Centro de Estudos de Políticas e Estratégias (CEPE) da Escola de Guerra Naval, que assessora a Escola com relação a assuntos relacionados à CT&I, é Membro da Academia Nacional de Engenharia (ANE), onde participa em Comitê Técnico sobre Indústria de defesa inovação e competitividade industrial, é representante da UFF no comitê de Inovação do Forum Permanente de Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro Jornalista Roberto Marinho e é membro do Forum Empresarial de Defesa e Segurança da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (FIRJAN). Mantém, também, constante interlocução com as direções da Associação Brasileira das Indústrias de Material de Defesa e Segurança (ABIMDE), da Diretoria de Produtos de Defesa da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e com a Secretaria de Produtos de Defesa (SEPROD) do Ministério da Defesa. Portanto, o UFFDEFESA já nasceu com uma razoável interlocução com setores que comungam das mesmas preocupações. Com relação a eventos, já foram organizados dois Simpósios Temáticos sobre a Base Logística de Defesa no Encontro Anual da Associação Brasileira de Estudos de Defesa (ENABED dos anos de 2011 e 2012), uma mesa redonda composta por especialistas estrangeiros da França e do Reino Unido (este último diretor de Escola da Universidade de Cranfield em parceria público privada com o Ministério de Defesa Britânico) para discutir a indústria de defesa internacional, duas mesas redondas compostas por personalidades importantes no VI ENABED (2012) realizado em São Paulo de 6 a 9/8/2012. Uma sobre a “Integração das políticas de defesa, industrial e CT&I”, composta por representantes da FINEP, da ABDI e do MD. Outra mesa sobre os “Desafios do programa de construção do Submarino Nuclear Brasileiro”, composta pelo Almirante Gerente-Executivo do programa brasileiro, de Almirante Francês Diretor de Centro de Estudos Estratégicos das FFAA Francesas e de pesquisador indiano de Instituto de Estudos Estratégicos da Índia. Os trabalhos apresentados no VIENABED podem ser encontrados em: Ender 2

No dia 01 de setembro de 2011 o Dr. Dalton Ellery Girão Barroso proferiu palestra na Escola de Engenharia da Universidade Federal Fluminense apresentando um PANORAMA HISTÓRICO E ATUAL DOS ARSENAIS NUCLEARES NO MUNDO. O evento foi organizado pelo Laboratório de Logística de Defesa (LOGISDEF), embrião do UFFDEFESA. Foi organizado no dia 18/04/2012, na Escola de Engenharia da UFF, um workshop sobre indústria de defesa, que contou com a presença de uma delegação do The Industrial College of the Armed Forces - ICAF (EUA). O workshop e a visita da delegação do ICAF à UFF foram motivados pelo artigo "A diagnosis of Brazilian shipbuilding industry on the basis of Methodology for an Analysis of Sectorial Systems of Innovation", de Fernando Oliveira de Araujo (Departamento de Engenharia de Produção, CEFET, RJ), Paulo Roberto Tavares Dalcol (Departamento de Engenharia Industrial, PUC, RJ) e Waldimir Pirró e Longo (Professor emérito da UFF e membro do Grupo de Pesquisas do UFFDEFESA), publicado no Journal of Technology Management & Innovation, vol. 6, Issue 4, p. 151-171, (2011). Ender 3

Em 2011 e 2012 o coordenador do UFFDEFESA foi convidado para compor painéis com representantes das indústrias e do Ministério da Defesa, para discutir a Base Logística de Defesa, em dois cursos da Escola Superior de Guerra (CAEPE – Curso de Altos Estudos de Política e Estratégia e CLMN – Curso de Logística e Mobilização Nacional). O desenvolvimento de ferramentas para pesquisa também já está bem adiantado. Foi desenvolvido um complexo Banco de dados com acesso pela Internet, para armazenar dados sobre instituições da BLD e produtos de defesa. Também foi desenvolvido um complexo conjunto de questionários para realizar pesquisa sobre instituições da BLD usando internet segura ( https:// ). Já foi criada a URL: www.defesa.uff.br que abrigará um portal dedicado aos temas de interesse do UFFDEFESA, que já está sendo desenvolvido e deverá ser colocado no ar no início de setembro de 2012.

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Endereços Eletrônicos

 

Ender 0:: http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo

=0005308SLCTNH1

Ender 1: http://www.producao.uff.br/moodle/file.php/9/week1/

Manual_Utiliz_Acordo%20de%20Cooper_01_2007_entre_

DGMM_UFF.pdf

Ender 2:

http://www.inest.uff.br/index.php?option=com_content&view=

article&id=401:a-base-logistica-de-defesa-no-vi-enabed&catid=

3:industria&Itemid=79

 

Ender 3: http://www.inest.uff.br/index.php?option=com_content&view=

article&id=356:abimde&catid=82:ciclo-de-palestras-do-nest